Amo ficção científica, não pelas “mentiras”, mas pelas verdades que as limitações da realidade impedem de serem contadas.
É o reino do “e se…”, do hipotético e do diferente, o que nos leva a pensar fora da caixa, uma verdadeira usina de pensamento divergente, capaz até de antecipar o futuro.
E foi assim que Júlio Verne, no livro Da Terra à Lua, antecipou em mais de 100 anos a chegada à lua; George Orwell, com o livro 1984, previu a utilização da tecnologia para monitoramento; e William Gibson, com Neuromancer, o dinheiro digital anos antes do nascimento do bitcoin.
Uma boa ficção científica nos ajuda a pensar, experimentar, refletir sobre o presente e reduzir medos e angústias.
Nossos medos vem do imprevisível, do incerto. Com a ficção nos expomos a situações críticas sem risco de dano, como em um simulador de experiências, afinal, nosso cérebro não diferencia o real do imaginário.
É assim com Paul Atreides, dos livros Duna, que perde seu pai, vítima de uma traição pelo domínio do deserto, mas encontra forças justamente no deserto para reconquistar o que lhe foi retirado. Só de uma tacada lidamos com o medo da perda, e oportunidades nas adversidades.
Com experiências mais variadas, aprendemos a pensar em mais soluções, o que reduz nosso medo diante do desconhecido.
E manter a paz em um ambiente de caos eleva nosso jogo na vida, como disse Napoleão gênio militar é o homem capaz de tomar decisões medianas quando todos estão perdendo a cabeça.
E falando sobre reflexões, como não se perguntar sobre o futuro com a IA, a ferramenta do momento.
Não há uma resposta definitiva, a realidade não é preto no branco. O que trago são as minhas reflexões sobre o uso, uma ferramenta com potencial de nos fazer voar ou nos enterrar de vez.
Você só precisa colocar seu e-mail abaixo, para então falarmos de uma mala preta mágica.
